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Departamento de Fiscalização do Crea-MS divulga planejamento para 2017

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Em reunião com o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul (Crea-MS), eng. agr. Dirson Artur Freitag, o gerente do Departamento de Fiscalização (DFI), eng. civil e ambiental, Luis Antonio Rodrigues, apresentou o planejamento da fiscalização em obras e serviços nas áreas da Engenharia e Agronomia para 2017 em todo o Mato Grosso do Sul.

Segundo Luis Antonio, para chegar ao resultado do planejamento foi necessário avaliar o cenário de 2016 bem como as expectativas para o ano seguinte. “Aumentar a eficiência, a área de abrangência e potencializar as visitas fiscalizatórias”, destacou o gerente ao elencar as principais atividades previstas. “Vamos focar na importância da fiscalização que garante segurança para toda a sociedade e valoriza os bons profissionais”, completou.

Atualmente, o DFI conta com 18 agentes fiscais, sendo 14 atuando na região de Campo Grande, três na região de Dourados e um agente fiscal em Paranaíba e cidades de entorno. Outra medida prevista no planejamento é o investimento na modernização dos equipamentos utilizados pelos agentes fiscais, que passarão a contar com tablets e internet.

Renovação da frota – Com a aquisição de 22 novos veículos, a frota do Crea-MS foi renovada no início deste ano com recursos próprios e também do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Sistema Confea/Crea e Mútua (Prodesu), totalizando R$ 1.010.800,00 em investimentos. Destes, 18 veículos Etios Toyota substituíram a frota antiga, que era composta por 14 automóveis atendendo aos 18 fiscais.

Para o presidente do Crea-MS, a atuação do Departamento de Fiscalização está pautada na promoção e valorização profissional. “Investimento em condições de trabalho, treinamento e equipamentos dos agentes fiscais com a finalidade de promover e valorização o exercício profissional, ou seja, coibir a atividade daquele profissional que está em desacordo com a legislação colocando, assim, em risco a segurança da sociedade”, concluiu.

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